Tchalê Figueira diz que pinta quase por obrigação biológica e critica a política cultural de Cabo Verde porque ela “é uma desgraça”. Sobre ele, Francisco Fontes, jornalista que viveu em Cabo Verde entre 2001 e 2004, escreveu no artafrica:
É sempre com uma certa perplexidade e afrontamento que o olhar percorre um desenho ou uma pintura de Tchalê Figueira. O traço firme, em formas e volumes distorcidos, e o cromatismo berrante, questionam e ferem.
Não é preciso conhecer o universo do artista para concluir que estamos perante uma arte comprometida, de certo cariz político e ideológico, cuja intenção é deixar em ebulição as zonas limbosas; afrontar os quotidianos obscuros em que cada um de nós se move.
Uma exposição:
Está no Facebook e vai blogando no Arco da Velha.
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