Amílcar Tavares

Remessas são questões cruciais para os pequenos estados

by Amílcar Tavares on 20/11/2009

O tamanho conta. E muito mais quando se é um 40 dos países do Banco Mundial com população inferior a 1,5 milhões. Para estes, as remessas são decisivas.

Esses pequenos estados em desenvolvimento se reuniram no anual Fórum dos Pequenos Estados do Banco Mundial em Istambul. A conclusão da reunião foi que, quando todos o desejam, o pequeno pode ser poderoso.

O Banco Mundial tem uma entrevista com Cristina Duarte, Ministra das Finanças de Cabo Verde:

http://www.vimeo.com/6904463

Gostou deste post? Também vai gostar destes:

  1. Orçamento Geral do Estado para 2010 disponível O Ministério das Finanças montou um sítio web onde está...
  2. Dez desafios para o próximo executivo cabo-verdiano No relatório do Banco Mundial Doing Business 2010, a...
  3. Um pequeno passo para o homem, um grande salto para a Humanidade Na quinta-feira, 16 de julho, a NASA liberou filmagens digitalmente...
  4. Índice dos Estados Falhados, versão 2009 A Somália e o Zimbábue estão no topo (ou no...
  5. A excelente parceria entre o Google e o Banco Mundial O Google acaba de anunciar que agora utiliza dados públicos...
Gostou deste artigo? Então considere a subscrição, recebendo todos os conteúdos publicados no seu email. É rápido e gratuito! 

{ 2 comments… read them below or add one }

1 Ariane Morais-Abreu 20/11/2009 at 17:26

Falar para nao dizer nada de concrete!! A ambiçao de grandeza esta a dar cabo da realidade economica e social cv. Antes de pensar ser GRANDE, devemos considerar a nossa pequenez, compreendê-la e aceita-la. As remessas, os ditos recursos inovantes, aran!! A ministra nunca fala das comunidades de onde provem as remessas. Pois so querem o dinheiro, as ideias nao, nunca!! Antes de pensar trabalhar com outros pequenos paises, seria judicioso esta ministra (e todo o governo) pensar trabalhar com as comunidades, realmente, seriamente e sem medo…

Reply

2 Amílcar Tavares 20/11/2009 at 17:57

Concordo Ariane. Acho que nunca existiu uma relação win-win entre o Estado e a Diáspora, pois não se vê ganhos substanciais, para os emigrantes, nessa relação.

Reply

Leave a Comment

CommentLuv Enabled

Previous post:

Next post:

</