O Brasil sempre projetou para o mundo uma imagem de liberdade e alegria, jovens seminuas nos desfiles de Carnaval e a mulata Globeleza, sem nada sobre a pele, além de tiras de tinta em lugares… estratégicos.
É nesse mesmo país que Geyse Arruda foi terrivelmente hostilizada por colegas da Uniban (Universidade Bandeirante de São Paulo) por causa de um vestido curto. A estudante de turismo de 20 anos afirmou na TV que professores e funcionários também participaram do tumulto.
Naturalmente, a surreal cena do resgate da rapariga, já vestida com uma bata branca, rapazes gritando “p*ta, p*ta” e polícias usando colete à prova de balas, está mais adequada ao Afeganistão dos talibãs. Não foi bonito.
Créditos da foto: bruckerrlb. Usada sob licença Creative Commons 3.0.
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Sinais do mais ignorante e discriminante puritanismo que as crenças e praticas EVANGELISTAS sectarias querem impor as nossas sociedades em todas as partes do mundo. Nao estranho esta paradoxal reacçao brasileira !! Vejam do lado cabo-verdiano como, por exemplo, a dita igreja do "Reino de deus" e nao so, aprisiona e desnatura os individuos, como também a maneira de viver…
Simplesmente triste. Pareceu uma cena da Inquisição, de caça à bruxa. Ou mesmo da Roma Antiga, onde se pedia sangue no Coliseu. Vive-se uma crise de valores pelo mundo inteiro, a todos os níveis. Decadência civilizacional?? Apocalipse now? Parem o mundo que eu quero descer…
Realmente uma grande pardoxa, tendo em conta o país onde se deu a ocurrencia, eu também assiste a noticia nos informativos televisivos aqui em Europa, e tive de vir me certificar na internet do fundo da questão e até a data não me convenceram.
O que terá feito essa jovem para ser tratada como tal?
Quem são essas pessoas que dirigem e frequentam tal instituição?