Os africanos que trabalham ou estudam na capital russa vivem em constante medo de ataques, de acordo com um relatório da Capelania protestante de Moscovo.
Diz o estudo que quase 60% dos negros e africanos que vivem em Moscovo já foi agredido fisicamente em ataques com motivações raciais. Claramente, o esfaqueamento do cabo-verdiano José Maria foi mais um.
Mas no entanto, há um guineense que quer marcar a diferença na Rússia.
Créditos da foto: unkultur. Usada sob licença Creative Commons 3.0.
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